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O Último Lutador- Ringue da Vida: Stênio Garcia vive veterano boxeador

De em junho 28, 2016

Peça: O Último Lutador - Ringue da Vida, foto 1

Aos 84 anos, Stênio Garcia volta aos palcos para comemorar 60 anos de carreira na pele de um lutador de boxe

O jovem ator Marcos Nauer confessa que desde as primeiras linhas da peça que começava a escrever já pensava e sonhava em contar com o veterano ator Stênio Garcia na pele de Caleb, o velho campeão de boxe, patriarca de uma família só de lutadores. Com o texto terminado e ajustado juntamente com Teresa Frota, o convite foi feito e Stênio, aos 84 anos, não só aceitou como resolveu encarar o desafio de voltar aos palcos depois de 18 anos afastado e aproveitar para comemorar seus 60 anos de carreira.
Assim, depois da temporada carioca, O Último Lutador- Ringue da Vida está em cartaz no Teatro Porto Seguro até o final de julho e narra a saga de Caleb, que ao saber que está com câncer em estágio avançado, quer reunir toda a família, que anda dispersa. Para isso ele decide marcar uma luta e promover o encontro dos filhos e netos.

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Clã familiar de lutadores

A trama, mais do que retratar os bastidores da vida de atletas de lutas marciais, escancara os conflitos, rivalidades, desavenças de um clã familiar. Caleb tem dois filhos lutadores,Tito (Antonio Gonzalez) e Enosh (Gláucio Gomes) que não se entendem e vivem brigando. Tito também teve dois filhos: Davi/Titinho, vivido por Marcos Nauer, e Daniel (Daniel Villas). Davi foi afastado do convívio familiar depois da separação dos pais; a mãe não aguentava os porres de Tito, que acabou por abandonar os ringues e se tornou pastor evangélico. Para reunir toda a família, Caleb combina com a jornalista Madalena (Carol Loback) de promover um campeonato de luta, tendo como prêmio um milhão de reais. Assim Ttito e Enosh treinam respectivamente Davi e Daniel, que só descobrem que são irmãos no dia do confronto final. E quem consegue apaziguar os ânimos desta família é Diná, interpretada por Stella Freitas, companheira do velho Caleb.

 

“A peça explora o universo da luta como metáfora da violência e da aridez que muitas vezes regem os laços familiares. Ao mesmo tempo, discute o amor, o perdão e a aceitação, revelando desse modo o lado delicado da vida que emerge durante os grande embates que inevitavelmente enfrentamos”, explica o diretor Sergio Módena.

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Marcos Nauer, Stênio e Daniel Villas como astros do ringue

A construção da trama — de um lado os jovens lutadores se preparando para a luta desconhecendo suas ligações familiares e de outro a articulação do patriarca para reconciliar filhos e netos — é o que mais me chamou a atenção no espetáculo. E ter a oportunidade de presenciar a performance em cena do grande ator Stênio Garcia, sem dúvida, é o maior atrativo do espetáculo.

 

 

Fotos: Milton Menezes

Marcos Zaccharias Publicitário
Site Aplauso Brasil, especializado em Teatro
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