Categoria: Cinema

Abertura do 27º Festival Mix Brasil, foto 1

Aconteceu ontem, no Auditório Ibirapuera, a cerimônia de abertura do maior festival da cultura da diversidade da América Latina. Atrações até o dia 20/11 em oito espaços da cidade. Tudo gratuito

27º Festival Mix Brasil, foto 1

De 13 a 20/11 acontece a 27ª edição do festival, que trará 110 filmes, de 26 países, além de teatro, música, games e conferências. Ingressos gratuitos. Programação no site www.mixbrasil.org.br

Uba
Filme: Maria do Caritó, foto 1

Fábula conta a história da virgem prometida ao santo que se rebela e vai em busca da felicidade. Grande atuação de Lília Cabral, que divide a cena com Sylvio Zilber, Kelzy Ecard e Leopoldo Pacheco

Filme: Greta, foto 1

Com direção de Armando Praça, produção do Ceará é baseada na peça Greta Garbo, quem diria acabou no Irajá, de Fernando Melo, e retrata a solidão de um enfermeiro que se envolve com um assassino

Favo do Mellone
Filme: Hebe - a estrela do Brasil, foto 1

Filme de Maurício Farias e roteiro de Carolina Kotscho faz um recorte na carreira de Hebe Camargo e ressalta seu lado combativo contra a censura e o machismo. Excepcional atuação de Andréa Beltrão

Filme: Domingo, foto 1

Com direção de Fellipe Barbosa e Clara Linhart, trama mostra os bastidores de uma festa de uma família burguesa decadente do Rio Grande do Sul no dia da posse do primeiro mandato do presidente Lula

Site Aplauso Brasil, especializado em Teatro
Filme: Adeus à Noite, foto 1

Com direção do veterano André Téchiné e com Catherine Deneuve como protagonista, filme mostra drama de uma avó que recebe em sua fazenda a visita do neto que acaba de se converter ao islamismo radical

Filme: Bacurau, foto 1

Com roteiro e direção de Kleber Mendonça Fº e Juliano Dornelles, trama mistura faroeste, ficção científica, suspense e regionalismo para contar a história da invasão a um povoado do sertão nordestino

Site Aplauso Brasil, especializado em Teatro
Filme: No coração do mundo, foto 1

Com direção de Gabriel Martins e Maurilio Martins, trama faz um painel do modo de vida de uma favela de Contagem, próxima à capital mineira: enquanto uns lutam para sobreviver, outros buscam o crime

Filme: Simonal, foto 1
Filme: Simonal, foto 1

Fabrício Boliveira interpreta o cantor carioca Wilson Simonal

 

Depois do documentário de 2009, Simonal: ninguém sabe o duro que dei, dos diretores Cláudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal, o cantor e compositor carioca Wilson Simonal de Castro ganha um longa-metragem sobre sua vida e sua carreira. Simonal, do diretor Leonardo Domingues, traz o ator Fabrício Boliveira na pele do artista, em excepcional performance.  A trama faz um recorte na vida de Simonal, mostrando seus primeiros passos na carreira, o estrondoso sucesso nas décadas de 1960 e 1970, seu primeiro casamento com Tereza Pugliesi, vivida por Isis Valverde, o nascimento dos dois filhos (Simoninha e Max) e o escândalo envolvendo seu contador, que levou o cantor a pedir ajuda de policiais do DOPS, que depois o prenderam. Numa sequência de atos impensados, num momento histórico delicado de censura e arbitrariedades da ditadura militar, Simonal foi vítima de mentiras (naquele tempo já existia as fake news) e sua carreira nunca mais se recuperou, morrendo aos 62 anos, em 2000, longe dos milhões de fãs conquistados no início da carreira.

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