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Titã: estreia da coreografia de Stefano Poda para a obra de Mahler


Balé: Titã, foto 1

Com a Orquestra Sinfônica Municipal, os 31 integrantes do Balé da Cidade apresentam coreografia de Stefano Poda

Em curtíssima temporada, só até amanhã, quinta, dia 15/09, no Theatro Municipal, o Balé da Cidade de São Paulo e a Orquestra Sinfônica Municipal, sob regência do maestro Eduardo Strausser, apresentam a coreografia inédita Titã, do diretor italiano Stefano Poda, para a obra de Gustav Mahler, Sinfonia nº 1 Titan.

Balé: Titã, foto 2

Balé da Cidade estreia a coreografia;  apresentações somente hoje e amanhã

Para esta estreia mundial da coreografia, o artista italiano Stefano Poda, assina, além da direção, o cenário, a iluminação e os figurinos. Os integrantes do Balé da Cidade permanecem em cena durante toda a apresentação, que tem duração de cerca de 80 minutos, sem intervalo. A Sinfonia nº 1, chamada Titan , do pré-moderno Gustav Mahler (1860-1911), sugere o nascimento e ocaso de um gigante.
Além do harmonioso e belo conjunto dos bailarinos e da orquestra e da obra impactante de Mahler, o destaque da montagem é para o cenário, que é constituído de uma grande tela que separa o palco da plateia, uma imensa armação que se movimenta do centro do palco para o topo do teatro e de 18 toneladas de quirera ou quirela (arroz quebrado), espalhadas por todo o palco. A cena final com a quirera sendo despejada do teto sobre os bailarinos tem um efeito surpreendente, que emociona! Apresentações apenas hoje e amanhã, realmente imperdíveis!

Fotos: Arthur Costa

Roteiro:
Titã, com Balé da Cidade de São Paulo e Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, sob a regência de Eduardo Strausser. Teatro Municipal de São Paulo, Pr. Ramos de Azevedo, s/n. Direção, coreografia, cenário, desenho de luz e figurino: Stefano Poda. Música: Sinfonia nº 1, Titan, de Gustav Mahlher. Horário: 20h. Ingressos: de R$ 25 a R$ 90.Temporada: até 15 de setembro.

 

 

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Maurício Mellone

Como jornalista — tendo atuado em rádio, TV, jornal, revistas e assessoria de imprensa —, a palavra sempre foi minha matéria prima. No entanto, desde 2000 venho cultivando o plano B, ou seja, mantenho no meu velho PC um arquivo com meus escritos, que na verdade já era um pré-blog. Lá, deixo fluir a imaginação para que a linguagem inclusive ganhe novos contornos.


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