36ª Bienal de São Paulo: evento permanece em cartaz até 11/01/2026

De em dezembro 29, 2025

 

 

São 125 artistas participantes, de várias regiões do mundo, em mostras individuais e coletivas

 

 

 

Em pouco mais de quatro meses em cartaz — a inauguração foi em 06/09/2025 — a 36ª Bienal de São Paulo, instalada no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque do Ibirapuera, confirma que o evento é um dos principais termômetros da arte contemporânea no Brasil e no mundo. Com o tema Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática, a exposição conta com 125 artistas participantes, em mostras individuais e coletivas.

 

 

 

Com curadoria geral de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, tendo como cocuradores Alya Sebti, Anna Roberta Goetz e Thiago de Paula Souza, esta edição se inspira no poema Da calma e do silêncio, da escritora brasileira Conceição Evaristo e se divide em seis capítulos, que trazem reflexões críticas sobre a humanidade.

 

 

 

 

Vista da instalação de Song Dong 

 

 

A 36ª Bienal de São Paulo apresenta um conjunto diverso de artistas, de linguagens e de proposições, que dialogam com as urgências políticas, sociais e ambientais do mundo contemporâneo. A mostra é composta por obras de diferentes regiões do mundo — com forte presença de artistas do Sul Global, povos originários e coletivos historicamente marginalizados — e constroem um panorama no qual a arte se afirma como espaço de escuta, resistência e imaginação de futuros possíveis. As linguagens são múltiplas: pintura, escultura, instalação, vídeo, performance e fotografia.

 

 

 

 

 

 

Vista da instalação de Tanka Fonta

 

 

Muitas obras presentes à Bienal propõem experiências imersivas, reforçando a ideia de que a arte não é apenas objeto, mas relação — com o espaço, com o outro e com o tempo. O próprio edifício modernista do Pavilhão é ativado de modo sensível, criando diálogos entre arquitetura, obra e visitante.

 

 

 

 

 

 

Projeto Aparições

 

Outro destaque desta edição é o projeto Aparições, que utiliza tecnologia de realidade aumentada, fragmentos, extensões e ecos das obras exibidas da Bienal e que serão reinventadas em locais específicos ao redor do mundo, como as margens do Rio Congo, a fronteira entre México e Estados Unidos, parques urbanos de São Paulo e algumas cidades na África e na Ásia.

 

A 36ª Bienal de São Paulo se apresenta como um espaço de encontro e reflexão coletiva. Participe, somente até 11 de janeiro.

 

 

 

 

 

 

Roteiro:
36ª Bienal de São PauloNem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática. Curador geral: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung. Cocuradores: Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza. Cocuradora at large: Keyna Eleison. Consultora de comunicação e estratégia: Henriette Gallus.
Serviço:
Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera, portão 3. Horários[A1] : de terça a domingo, das 10h às 18h, (última entrada: 17h30); sábado das 10h às 19h, (última entrada: 18h30). Entrada gratuita. Temporada: até 11 de janeiro de 2026.
Fotos: divulgação

 

 

 

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